
sábado, 14 de junho de 2008
Papel ao Vento

sexta-feira, 13 de junho de 2008
A casa queimada

Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:- Vamos rapaz?Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:- Vamos rapaz, nós viemos te buscar...- Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?- Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos.
MORAL DA HISTÓRIA - Nem sempre vamos entender o modo como nosso Criador, Jeová, age em nosso favor, mas podemos confiar que Ele está sempre visando nossos melhores interesses, não só nesse sistema, mas pra eternidade!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
O caminho e o Bezerro

Assim são com muitos hoje em toda a terra que seguem cegamente uma religião sem analisar suas crenças e seus fundamentos, se estes se baseiam verdadeiramente nos ensinos de Cristo e de toda a Palavra de Deus, a Bíblia.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Amizade não tem preço

terça-feira, 10 de junho de 2008
UNIÃO CRISTÃ - Como uma manada de elefantes
16 Quando somos ameaçados por Satanás e seus demônios, de modo similar temos de ficar juntos, ombro a ombro com nossos irmãos que são fortes na fé. Paulo reconheceu que certos irmãos foram para ele "um auxílio fortificante" durante o seu encarceramento em Roma. (Colossenses 4:10, 11) A palavra grega traduzida "um auxílio fortificante" ocorre apenas uma vez nas Escrituras Gregas Cristãs. Segundo o Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento, de Vine), "uma forma verbal da palavra refere-se a remédios que aliviam irritação". Assim como uma pomada sedativa, o apoio de adoradores de Jeová maduros pode aliviar a dor causada por sofrimento emocional ou físico.
FÉ - Depende das mãos que a seguram

segunda-feira, 9 de junho de 2008
AMOR X ÓDIO - Círculo do Ódio

O gerente, chegando em casa, gritou com a esposa, acusando-a de gastar demais.
A esposa, nervosa, gritou com a empregada, que acabou deixando um prato cair no chão.
A empregada chutou o cachorrinho no qual tropeçara enquanto limpava os cacos de vidro.
O cachorrinho saiu correndo de casa e mordeu uma senhora que passava pela rua.
Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina.
Ela gritou com o farmacêutico porque a vacina doeu ao ser aplicada.
O farmacêutico, ao chegar em casa, gritou com a esposa porque o jantar não estava do seu agrado.
Sua esposa afagou seus cabelos e o beijou, dizendo:
- Querido! Prometo que amanhã farei seu prato favorito. Você trabalha muito. Está cansado e precisa de uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da nossa cama por outros límpidos e cheirosos para que durma tranqüilo. Amanhã você vai se sentir melhor.
Retirou-se e deixou-o sozinho com seus pensamentos.
Neste momento rompeu-se o Círculo do Ódio!
Esbarrou na tolerância, na doçura, no perdão e no amor.
Se você está no Círculo do ódio, lembre-se de que ele pode ser
quebrado.
Não mude sua natureza.
Se alguém te faz algum mal, apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
FÉ - A teia da Aranha

O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos venham do céu e tapem a entrada da trilha para que os bandidos não me matem!!!
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha.
Então a aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha.
O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha.
- Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar...
Então ele abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia.
Os malfeitores estavam entrando na trilha, na qual ele se encontrava, e ele estava esperando apenas a morte.
Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- Vamos, entremos nesta trilha.
- Não, não está vendo que tem até teia de aranha? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas.
Jeová Deus sempre ouve nossas orações, mas nem sempre do modo como esperamos!
domingo, 8 de junho de 2008
Aborto - Matando Beethoven

Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia um dia perguntou aos seus alunos. "Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?" A maioria dos alunos optaram pelo aborto. "Parabéns," anunciou o professor. "Você acabou de matar Beethoven." Nada é tão final quanto à morte, mesmo quando é feito cedo na vida.
- Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113.
Aborto - Por que matar um filho e não o outro?

E então o médico perguntou: "E o que a senhora quer que eu faça?"
A mulher, já esperançosa, respondeu: "Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor".
O médico então pensou um pouco e depois disse a mulher:
- "Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora".
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.
E então ele completou:
- "Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco."
A mulher reagiu indignada: - "Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!".
Depois de refletir, a mãe mudou de idéia. O médico viu que a sua lição surtira efeito. Ele persuadiu a mãe que não há diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno. O crime é o mesmo, e o pecado, diante de deus, também é o mesmo. – autor desconhecido